segunda-feira, 7 de junho de 2010

REFLEXÃO DA ATIVIDADE EDUCAÇÃO E CIBERTULTURA

Uma das atividades de tecnologia de informação e de comunicação (TIC) oferecia nesse ciclo foi o curso, Educação e Cibercultura com a professora Maristela Midlej, sabendo que não devemos concordar que a escola não pode ignorar a influencia das tecnologias na sala de aula, pensando assim todos os cursistas participaram dos vários temas discutidos durante atividade, tanto presencia como nos fórum. Foram vários temas como Hipertextos, como nova forma de escrita e de produção que permite uma produção coletiva do conhecimento, fundamentada na participação de diferentes autores como uma nova forma de aprendizagem, portanto, é criada a aprendizagem coletiva. Como diz ( Midlej 2006) “A produção colaborativa permite que todos participem da criação de algo maior e, a partir da leitura do que já foi feito e da possibilidade de complementação, se possibilita a reflexão, a criação, a crítica e a construção do conhecimento”.
A tecnologia vem criando novos objetos culturais: Os sites, as listas de discussão, os sites de procura, o correio eletrônico as bibliotecas virtuais, blogs para (RAMAL, 2002,p68).Cibercultura é um conjunto de técnicas, tanto materiais como intelectuais e simbólicas, de práticas, de atitudes, de modo de pensar e de valores que se desenvolvem dentro de uma estrutura virtual a partir de uma comunicação interativa.
É por isso que as novas tecnologias vêm permitindo extrapolar as fronteiras de espaço/tempo, favorecendo a velocidade das informações e da interatividade em qualquer parte do mundo. A escola que fica fora desse processo não consegue renovar sua pratica de ensino aprendizagem e nós professores em formação não podemos deixar de utilizar essa forma de comunicação. As políticas públicas aos poucos vem promovendo o uso dessas tecnologias no pedagógico nas escolas públicas do Brasil como por exemplo com o Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO).Assim o aluno deverá ser o centro do processo usando a internet dentro e fora da sala de aula como ferramenta de ensino-aprendizagem .




segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PROJETO PARAÍSO DIGITAL


O analfabetismo digital a que estão submetidos atualmente as famílias brasileiras, especificamente as de bairros periféricos, como é o caso do bairro Paraíso, em Irecê-Ba, tem sido um dos principais fatores para a exclusão social. Nesse sentido, a exclusão digital se apresenta como um dos mais desafiadores e discutíveis problemas nas periferias de Irecê. A inclusão digital dos cidadãos menos favorecidos dessa comunidade, possibilitará a melhoria da qualidade de vida, à medida que oferece a estas pessoas o acesso ao conhecimento e a construção deste. A tecnologia e a conectividade são importantes, porém não suficientes para o bom andamento do processo de inclusão digital, não somente em aspectos técnicos de informação e comunicação, mas também os usos estratégicos das tecnologias digitais para a mudança e a inserção desses cidadãos na sociedade hoje considerada digital..

Quer saber mais? Click no link abaixo:

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

BIBLIOTECA PARA TODOS DESCOBRINDO MUNDOS LIVRES NO LIVRO














UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA/
ENSINO FUNDAMENTAL / SÉRIES INICIAIS
ATIVIDADADE: A BIBLIOTECA NA REDE
PROFESSOR: ELIAS SANTANA
CURSISTAS: ERIANDE ALVES , DULCENALVA
ALECRIM E GICELIA BATISTA



PROBLEMÁTICA

Para a maioria das pessoas, a leitura é uma atividade iniciada na escola, portanto é fundamental que ela cria condições para que essa pratica seja efetivada. A escola pode contribui para formação e fixação do hábito de leitura quando inclui no seu planejamento curricular programações fundamentais que venham atender às necessidades do processo de ensino e aprendizagem. Deve-se, ainda, dar ao aluno a possibilidade, a liberdade de escolha de qual obra literária lhe tenha despertado interesse ou curiosidade. Não se pode conceber o texto literário apenas como uma imposição em que o professor escolhe e o aluno recebe passivamente. Sobre isso, salienta Cunha (1988, p. 79) “O importante mesmo é que crianças ou jovens estejam em contato com todo tipo de obra literária e façam as suas opções”. Também, a respeito dessa liberdade de escolha, Lajolo destaca:
“A leitura só se torna livre quando se respeita, ao menos em momentos iniciais do aprendizado, o prazer ou a aversão de cada leitor em relação a cada livro. Ou seja, quando não se obriga toda uma classe à leitura de um mesmo livro...” (LAJOLO, 2000:108)

Pensando assim, a educação contínua, deve ser praticada pelo professor e subsidiada pela biblioteca. As atividades e programas de leitura podem ser planejado pelo professores com a intenção de desenvolver o hábito de leitura, um dos mais importante objetivos da educação.

JUSTIFICATIVA:

A leitura é um modo de observar e criticar aquilo que lhe é imposto como algo útil ou necessário, desenvolver o gosto pela leitura, sendo que é importante que criança desde a infância se familiarize com os livros e com os mundos mágicos, imaginários. É divertido, porém também é a oportunidade para a criança desenvolver-se no sentido ético, estético e de formação. Sabemos que o uso da leitura desenvolvidas na escola não são suficientes para a formação de leitores. No entanto, aprendemos com os livros sobre nós mesmos e sobre o mundo no qual estamos inseridos. Neles encontramos sonhos, fantasias e emoções, por isso é considerado o bom livro, como um insubstituível veículo de cultura e prazer. Ler é desvendar os vários mistérios que cercam o mundo, é também, sentir prazer e não somente superar dificuldades.
É necessário que haja a possibilidade de convívio com os livros, e este deve extrapolar as paredes da sala de aula e aprimorar o desenvolvimento sistemático da sua escolarização. Se o espaço escolar deve promover condições de leitura torna-se necessário que nos preocupemos
com o acesso dos educando aos livros. Porém a realidade revela a carência de estrutura voltada para a dinamização. É preciso, então, que a consciência seja retomada por parte dos profissionais bibliotecários para se unirem e sanar o problema do acesso ao livro a da sua fruição.
Compreendemos que a biblioteca escolar é um espaço em que os alunos encontram material para
complementar seu processo aprendizagem e desenvolver sua criatividade, imaginação e o
senso crítico. É na biblioteca que podemos reconhecer a complexidade do mundo atual , descobrir nossos próprios gostos e investigar aquilo que os interessa, adquirindo assim novos conhecimentos para então escolher livremente suas leituras preferidas.
.
OBJETIVO GERAL:

Levar nossos alunos á biblioteca para fazerem investigações, ouvir historias, explorar os livros que desejarem para que desde de cedo tenham contato com esse espaço , proporcionando assim melhor acesso a informação a toda a comunidade estudantil, incentivando o hábito de leitura como forma de prazer e lazer.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 Apresentar a Biblioteca e/ou suas novidades, educando e orientando no manuseio e desfrute dos seus setores e suportes informacionais.
 Favorecer o contato direto dos alunos com o livro.
 Estruturar um trabalho cooperativo entre professor e bibliotecário para promover o livro na escola.
 Organizar um espaço que tenha como meta o universo das crianças, seus interesses e habilidades.
 Integrar a biblioteca no planejamento curricular com o intuito de enriquecer o ensino- aprendizagem.
 Fazer o cadastro dos alunos na biblioteca Hermenito dourado da rede Municipal de Ensino agilizando assim o empréstimo de livro.
 Contextualizar e integrar o alunado às realidades da Biblioteca.
 Desenvolver a visão crítica do aluno, sua criatividade e proporcionar seu crescimento
acadêmico dentro do ambiente da Biblioteca.
 Desenvolver no aluno sua visão crítica de mundo, a percepção das múltiplas formas de expressão da linguagem e sua habilidade de leitor proficiente dos diversos textos representativos de nossa cultura com o acesso a biblioteca.

CONTEUDOS:

 Leituras de vários gêneros literários, tais como: Contos, Poesias dentre outros.
 Biografia de diversos autores.
 Apresentações de revistas e outras fontes educativas do acervo da biblioteca.

METODOLOGIA:

Para atingirmos o nosso objetivo,usaremos como metodologia à realização de Rodas de Leitura na Biblioteca publica Municipal Hermenito Dourado, tendo como público alvo alunos da escola Municipal Paraíso.
As leituras dos textos são intermediadas pelos professores das turmas e bibliotecários contadores de história, poetas e outros agentes de leitura a convite da equipe do Projeto. Ao término de cada leitura os professores iniciarão um diálogo com os participantes sobre o texto lido, estabelecendo entre o leitor e o texto uma relação com o cotidiano, e o conteúdo da conversa será delineado pelos leitores, seguindo os questionamentos e curiosidades relativos ao texto e sua amplitude. Para uma maior dinamização no diálogo, serão distribuídos com os presentes palavras e ou fragmentos retirados do texto com o objetivo de estimular a imaginação, o raciocínio, a percepção individual sobre a palavra como também a interação coletiva sobre o texto. Um aspecto
importante nas sessões de Roda de Leitura é a possibilidade do conhecimento de várias obras e escritores.
Serão utilizados vários gêneros literários, tais como: Contos, Poesias dentre outros. A em geral terá duração de uma hora. Por isso, em geral sera feito uso de textos curtos , pois são os que melhor se enquadram na atividade. Para finalizar a visita os alunos utilizarão seus cartões de leitor para fazer empréstimo de livros que serão lindos em casa.

PÚBLICO ALVO:

Professores, alunos, equipe gestora, bibliotecários e demais funcionários da unidade escolar.


CRONOGRAMA:

O que? Quem? Como? Para que?
Levar os alunos para
visitar a biblioteca Professores e equipe gestora Utilizando transporte público agendado na secretaria de educação Para conhecer a biblioteca e utilizar o acervo para leitura, abrindo possibilidades de ampliar conhecimentos e promover momentos de prazer e interação.



AVALIAÇÃO:

 Através de ficha de acompanhamento da leitura do aluno;
 Relatório de desempenhos dos aluno.
 Observação do uso do cartão do leitor
 Cartaz de leitura
 Seminário de leitura



REFERÊNCIA:

CUNHA, M. A. A. Literatura infantil: teoria e prática. 8. ed. São Paulo: Ática, 1988.

LAJOLO, M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 5. ed. São Paulo: Ática, 2000.

ALFABETIZAÇÃO II


UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA- ENSINO FUNDAMENTAL/SÉRIES INICIAIS
PROF.ª: GEOVANA ZEN
ATIVIDADE: ALFABETIZAÇÃO II
CURSISTAS: Dulcenalva, Eriande, Gervasio, Gicelia , José Nildo e Nubianei


RELATÓRIO DA AULA DE LEITURA

"As crianças não aprendem simplesmente porque vêem os outros ler e escrever e sim porque tentam compreender que classe de atividade é essa...não aprendem simplesmente porque vêem letras escritas e sim porque se propõem a compreender porque essas marcas gráficas são diferentes das outras... não aprendem simplesmente porque vêem e escutam, e sim porque elaboram o que recebem, porque trabalham cognitivamente com o que o meio lhe oferece."( Emília Ferreiro)

INTRODUÇÃO

No processo de construção da aprendizagem é essencial a troca de experiência de conhecimento e de informação entre os alunos. A aprendizagem é desencadeada por situações nas quais os alunos vão interagir com outros que tenham conhecimentos próximos, embora diferentes. Assim podendo ampliar seu conhecimento, refletir sobre o que está escrito, testando suas hipóteses quanto aos aspectos quantitativos e qualitativos.
É importante saber que partimos do pressuposto de que a criança aprende a partir de desafios, nos quais dentro do processo de aprendizagem pensamos o tempo todo em situações de desestabilização do saber para que, diante desses desafios, a criança perceba que ainda não sabe tudo. Quando esta acha que já sabe, pensamos em uma situação desafiadora para que, a partir de então, busque outros saberes e construa novos conhecimentos.
Pensando assim, foi realizada uma atividade de leitura com alunos do 1º ano do ensino fundamental, na sala da professora Nubianei, na Escola Municipal Paraíso, com a perspectiva de identificar como as crianças conseguem ler, mesmo antes de apropriar da competência leitora. Foram agrupados alunos com hipóteses de leitura quantitativa e outro grupo com a hipótese qualitativa. Escolhemos trabalhar com títulos de histórias infantis, visto que a professora já vinha desenvolvendo um projeto de leitura envolvendo os contos infantis. Assim foram distribuído tirinhas com nome de histórias infantis que eles já tinham conhecimento. Os grupos ficaram assim organizados:
Grupo quantitativo:
Ludimila, Helem,Douglas e Diego
Esse grupo trabalhou com as histórias: Pinoquio, João e Maria e João o pé de feijão, foi apresentado ao grupo de alunos, as fichas falando o nome de cada conto que estavam escrito e colocando sob a mesa, em seguida o professor pediu para que eles pegassem a ficha com nome João e o Pé de Feijão. Todos disseram de primeiro momento que a ficha com o nome Pinóquio seria a ficha de João e o pé de feijão. Douglas interferiu, dizendo que não era, porque João começa com J. Os colegas afirmaram que a ficha do Pinóquio continuava sendo o nome João pé de feijão, por que tinha a letra A, Perguntei se nas outra palavras também não havia a letra A, disseram que sim, e acrescentaram que tinham duas fichas que começavam com letras iguais.
O professor questionou: Com que letra iniciava o nome de João? Responderam: com Jo, e Diego, falou que seria com G e O, e assim, todos resolveram descartar a ficha com o nome de Pinóquio, afirmando que aquele não seria mais o nome de João o pé de feijão. Porém o desafio foi aumentando, visto que as duas fichas começam com a mesma letra, assim ficaram em dúvida quanto, em qual das fichas estaria o nome correto, pois nas fichas estavam escrito João e Maria e João e o pé de Feijão.
Pensei que fossem pegar a ficha com o nome solicitado porque era maior, no entanto eles foram analisando as letras. Helem e Ludimila pegaram as fichas com o nome de João e Maria, Douglas e Diego pegaram o nome João e o Pé de feijão, aproveitei o momento para lançar mais um desafio, agora pedi para que Douglas fosse analisando as letras iniciais das palavras, chegando a uma conclusão e em fim escolheram a ficha correta. Procurei por que achavam que era aquela palavra e eles logo responderam:
Douglas, mostrou a ficha com o nome João e o pé de feijão e respondeu, porque nesse tem a letra E e O e nesse apontando para o nome João e Maria não tem. Helem, acrescentou, nessa aqui, tem letra do nome de meu pai, referindo a letra M do nome de Maria, meu pai se chama Maurício. E Diego acrescentou. Então o nome é Maria.
Perguntei se tinham certeza e pedi que lessem a outra ficha com o nome João e o pé de feijão. Helem, disse que tinha uma palavra com a letra F, apontando para a palavra Feijão e Douglas falou:
_ F é de faca, de Felipe, e Diego acrescentou : F de feijão, e logo todos concordaram que a ficha com o nome solicitado era ( João e o pé de feijão).
Observamos uma preocupação fundamental dos professores, que é criar situações que sejam desafiadoras e significantes para os alunos. Uma postura que ajuda a fazer uma leitura dos seus interesses, dos seus conhecimentos prévios e de suas necessidades é ouvir o que os alunos têm a dizer e observar em que situações eles se mobilizam para realizar com entusiasmo as atividades. Grupo qualitativos:
Mirla ,Kaik, Mary Hellem, Leonardo, Sabrina e Widile.
Pensando pelo lado qualitativo, a aquisição da base alfabética enfrenta os problemas ortográficos, (a identidade e o som não garantem a identidade de letras, nem a identidade de letras e de som). Para nos ajudar a refletir sobre o assunto, Emília Ferreiro (1985, p. 68) fala que: “A aprendizagem da leitura e escrita é muito mais que aprender a conduzir-se de modo apropriado, envolve a construção de um novo objeto de conhecimento que, como tal não pode ser diretamente observado de fora”. Além de refletir sobre a alfabetização cabe a nós professores dar oportunidade e motivação para que as crianças descubram o interesse pela leitura e escrita de forma prazerosa e tranqüila.

Apresentamos para esse grupo de alunos, as fichas com os nomes das historias , A Bela e a Fera, A Bela adormecida, Cinderela e o Pequeno Polegar, falando que eram nomes de historias conhecidas por eles, então as crianças desse grupo foram identificando os títulos das histórias pelas letras iniciais de cada palavra. Sabrina escolheu O pequeno Polegar e leu a Pequena Sereia, indicando a última letra para Sereia. Widile, pegou uma ficha e leu A Bela adormecida justificando que tinha a silaba “Do” de dorme, enquanto Marieli conseguiu ler sua ficha partindo da letra inicial e final de cada palavra, lendo e assinalando a primeira e última letra.” A Bela e a Fera”.
Enquanto isso, Widile, descordava da leitura da colega Sabrina, alegando que sereia não começa com a letra p, só pequeno de Pequeno Polegar. Pedi que lessem novamente as palavras “ sereia e polegar”, indicando a letra inicial de cada uma, facilitando a conclusão da leitura correta, para que Marieli não ficasse em dúvida. Como diz as autoras Ferreiro e Teberosky (1985 p. 196) ... “a criança abandona a hipótese silábica e descobre a necessidade de fazer a análise que vá mais além da sílaba pelo conflito entre a hipótese silábica e a exigência de quantidade mínima de grafias”.

É preciso reconhecer que a leitura e a escrita são atos complexos, em que a percepção, a linguagem e as capacidades cognitivas estão combinadas. Um problema de leitura pode nascer de uma dificuldade ou de uma deficiência em qualquer área. Afinal, cada criança pode ter um tipo de dificuldade que requeira uma estratégia em especial diferenciada, para possível solução. Para isso, o professor necessita, de um lado, aprofundar-se na busca de estratégias e conteúdo referente às questões de leitura e escrita, com um bom conhecimento sobre a realidade das crianças que lhe são confiadas. Barbosa (1994, p. 138) salienta que:
Se a questão da leitura é mobilizada e de interesse para o professor,seu próprio comportamento de leitor, as estratégias utilizadas por ele,as dificuldades que encontra irão sendo revistas. Nesse processo, observando as hipóteses e estratégias desenvolvidas pelas crianças, ele poderá fazer descobertas que melhoram sua própria performance de leitor e alterem o processo de ensinar a ler.
Em sua prática cotidiana, o professor deve assegurar demonstrações adequadas de leitura e escrita às crianças, situações essas que sirvam de objetivos específicos, nas quais seus alunos possam encontrar sentido e que ajudem também as próprias crianças a alcançarem suas respostas frente a leitura e escrita. O professor também necessita testar suas hipóteses, partindo do seu referencial teórico e do conhecimento que tem sobre as crianças. Sendo assim acontece uma construção conjunta de estratégias de ensino e de aprendizagem, envolvendo professor e aluno.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

TEXTO REFLEXIVO. EXCLUSÃO DIGITAL: UM PROBLEMA TECNOLÓGICO OU SOCIAL?

ESTUDO DO GRUPO DO GEAC : INCLUSÃO DIGITAL

Partindo da leitura do texto, Exclusão Digital um Problema Tecnológico ou Social de Elizabete Gomes, pensamos que o problema da exclusão digital em nosso país se apresenta como um dos maiores desafios deste inicio de século, com todos os movimentos diretos e indiretos sobre os diversos aspectos da moderna sociedade na qual estamos inseridos.
Portanto a conhecida desigualdade social registrada entre pobres e ricos, agora pode entra na era digital, prometendo a expansão rápida das tecnologias de informação e comunicação. A inserção das novas tecnologias vem mudando o modo de vida das pessoas gradativamente, no momento em que o ser humano se apropria de uma parte técnica, ela já foi substituída por outra, mais avançada, e assim sucessivamente.
As novas tecnologias através dos computadores, internet e software, vêm sendo visto como uma ferramenta que cada vez mais vem colaborando no processo de desempenho de habilidades e conhecimentos, em especial entre jovens e adolescente, sendo uma forma de torna seus usuários participantes de uma sociedade, na qual o conhecimento é primordial.
Diante da discussão feita compreendemos que as desigualdades sócias têm levado principalmente as pessoas de baixa renda a exclusão digital. Pensar que esse é um problema de paises menos desenvolvido é um engano, quem diria, há exclusão digital nos Estados Unidos onde 51% da população possuem computadores, assim percebemos que exclusão digital é um problema tanto tecnológico como social, isto significa que a privação do acesso á informação é um problema de proporções globais.
No Brasil para que essa realidade mude não bastam só ações dos governantes, mas sim á população tomar a iniciativa de buscar informações para alcançar a tão discutida inclusão digital.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

INCLUSÃO DIGITAL


A tecnologia na educação vem oferecendo meios para que a aprendizagem seja mais significativa, despertando o interesse e incentivando a participação dos alunos com isso melhorando a qualidade de ensino e o desenvolvimento de informática. Para que isto aconteça as políticas do MEC está implantando laboratórios de informática nas escolas públicas de educação básica.


Com as aulas da professora Bonilla e os textos que a mesma vem nos proporcionou a lê, nos fez pensar que só colocar um computador na mão dos alunos não é suficiente para inclusão digital é preciso investir na formação de professores para potencializar a inclusão. Pois os alunos ficam limitados a pesquisas escolares , e sabemos que é preciso ter mas que uma maquina para usar, os alunos tem que ter acesso a todos os ambientares como sala de bate-papo, jogos, comunidades virtuais , chat entre outros, para que todos se sentião um pouca mais incluídos digitalmente.


O ideal seria que o outro programa vinculado ao MEC saíssem do papel, que é o UCA(Um computador por aluno) que vem sendo desenvolvido desde 2005. Assim nem só o aluno mais toda a família teria a aportunidade de ser inseridos no mundo digital