segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
TEXTO REFLEXIVO. EXCLUSÃO DIGITAL: UM PROBLEMA TECNOLÓGICO OU SOCIAL?
Portanto a conhecida desigualdade social registrada entre pobres e ricos, agora pode entra na era digital, prometendo a expansão rápida das tecnologias de informação e comunicação. A inserção das novas tecnologias vem mudando o modo de vida das pessoas gradativamente, no momento em que o ser humano se apropria de uma parte técnica, ela já foi substituída por outra, mais avançada, e assim sucessivamente.
As novas tecnologias através dos computadores, internet e software, vêm sendo visto como uma ferramenta que cada vez mais vem colaborando no processo de desempenho de habilidades e conhecimentos, em especial entre jovens e adolescente, sendo uma forma de torna seus usuários participantes de uma sociedade, na qual o conhecimento é primordial.
Diante da discussão feita compreendemos que as desigualdades sócias têm levado principalmente as pessoas de baixa renda a exclusão digital. Pensar que esse é um problema de paises menos desenvolvido é um engano, quem diria, há exclusão digital nos Estados Unidos onde 51% da população possuem computadores, assim percebemos que exclusão digital é um problema tanto tecnológico como social, isto significa que a privação do acesso á informação é um problema de proporções globais.
No Brasil para que essa realidade mude não bastam só ações dos governantes, mas sim á população tomar a iniciativa de buscar informações para alcançar a tão discutida inclusão digital.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
INCLUSÃO DIGITAL

A tecnologia na educação vem oferecendo meios para que a aprendizagem seja mais significativa, despertando o interesse e incentivando a participação dos alunos com isso melhorando a qualidade de ensino e o desenvolvimento de informática. Para que isto aconteça as políticas do MEC está implantando laboratórios de informática nas escolas públicas de educação básica.
Com as aulas da professora Bonilla e os textos que a mesma vem nos proporcionou a lê, nos fez pensar que só colocar um computador na mão dos alunos não é suficiente para inclusão digital é preciso investir na formação de professores para potencializar a inclusão. Pois os alunos ficam limitados a pesquisas escolares , e sabemos que é preciso ter mas que uma maquina para usar, os alunos tem que ter acesso a todos os ambientares como sala de bate-papo, jogos, comunidades virtuais , chat entre outros, para que todos se sentião um pouca mais incluídos digitalmente.
O ideal seria que o outro programa vinculado ao MEC saíssem do papel, que é o UCA(Um computador por aluno) que vem sendo desenvolvido desde 2005. Assim nem só o aluno mais toda a família teria a aportunidade de ser inseridos no mundo digital
terça-feira, 14 de julho de 2009
Os Sapinhos
Se existem três sapos numa folha,
e um deles decide pular da folha para
a água, quantos sapos restam na folha?
Resposta certa: três sapos! Porque o sapo
apenas decidiu pular mas ele não fez isso.
Às vezes a gente não se parece com o sapo?
Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo
e no final não fazemos nada!
Na vida temos que tomar muitas decisões.
Algumas fáceis, outras difíceis.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.
Expor as idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los.
Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.
Ter esperança é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior
fracasso na vida é não arriscar nada.
A pessoa que não arrisca nada, não faz nada,
não tem nada, é nada. Ela pode evitar
o sofrimento e a dor mas não aprende,
não sente, não muda, não cresce, não vive. É uma escrava que teme a liberdade.
Apenas quem arrisca é livre.
Mensagem disponível em: http://www.magiadasmensagens.com.br/otimismo/os-sapinhos-555.html......Acesso em 14/07/09
sábado, 27 de junho de 2009
RELATÓRIO DE PESQUISA DE CAMPO EM SOFTWARE LIVRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA-SÉRIES/INICIAISPROJETO IRECÊ CICLO DOIS 2009.2ATIVIDADE: SOFTWARE LIVREPOFESSORA: MARIA HELENA BONILLACURSISTAS: GICELIA BATISTA NUNES, ERIANDE ALVES CALVACANTE BONFIM
INTRODUÇÃO
Esse relatório é o resultado da pesquisa de campo, realizada na atividade software livre: a cibercultura em Irecê, com o objetivo de mapear as leis, projetos e programas que fazem uso do software Livre em Irecê, na esfera pública e privada, de forma a descrever e analisar as características e objetivos desses dados mapeados, a articulação que desenvolvem nos âmbitos estadual e federal.
No contexto da Sociedade do Conhecimento, torna-se imperativo aos governos possuírem uma política educativa que contemple a imbricação entre educação e tecnologias, o que vai além de uma política de conexão da escola. As políticas públicas para a área necessitam investir em processos de produção de cultura e conhecimento, de inclusão digital, de formação inicial e continuada dos professores, levando em consideração as diversidades dos processos societários. (BONILLA, 2005, p.180)
Além dessa experiência, em Irecê são implementados telecentros para a comunidades vizinhas; através desses centros de acesso, podemos identificar a sua influência para implementar o uso de software livre nas escolas e nos bairros. . Esse trabalho se desenvolve em três comunidades rurais: os povoados de Itapicuru, Meia Hora e Angical. Também foi implementado dois telecentros na Zona Urbana com parceria do Tabuleiro Digital, Ciberparque e o PID - Programa de Identidade Digital. Este ultimo Porgrama é desenvolvido pelo Governo Estadual e sediado nos bairros Bradesco e São Francisco, sendo uma política pública de exclusão digital. Diante das experiência de telecentros, pudemos identificar a instalação de laboratórios de informática nas escolas: Zenália Dourado Lopes, Luiz Viana Filho, Escola José Francisco Nunes em Itapicuru, Escola de Angical e Colégio Odete. Outros pontos de acesso implementados em Irecê fazem parte do laboratório de informática da UNEB, a UFBA/Irecê, UAB.
Segundo o Senhor Jonas Santos, eles usam o software livre nos serviços internos a aproximadamente um ano, desde que a loja foi inaugurada na cidade Irecê. Ele também relata que por necessitar de outros programas, que o software livre não oferece para trabalhar com as questões financeiras da loja, não houve uma total migração e sim parcial. Diante dessa afirmativa, acreditamos que é por não conhecer todos os programas que o Software Livre oferece, que ficam condicionado a programas do Software Proprietário. Descobrimos que o comércio local, os quais adotaram ao Sistema Operacional Livre, tem pouco conhecimento com relação ao utilização do Software Livre. Seu conhecimento esta limitado a , apenas alguns aplicativos e na maioria das vezes, as empresas que utilizam o programa SWL são filiais, onde os programas e sistema já veem implementados da matriz geralmente sediada em outro estado. Nesse sentido, os funcionários tiveram que se adaptar ao programa sem ter nenhum tipo de capacitação, e ao utilizar o programa apresentam muitas dúvidas, pois não sabem nem mesmo o porquê da empresa ter aderido ao software livre, e também desconhecem as suas vantagens ou desvantagens.
Quando perguntamos sobre as vantagens que ele consegue perceber, em relação ao software livre, Senhor Jonas foi prático em sua resposta: “A praticidade de poder abrir vários arquivos ao mesmo tempo”. Isso ele repetiu várias vezes, como se fosse a única vantagem. O mesmo, diz que sua adaptação ao programa aconteceu com a prática cotidiana, pois não foi oferecida nenhuma capacitação. Entretanto fica esclarecidos os equívocos em sua afirmação na qual falta capacitação para o conhecimento sobre o Software Livre. Além disso, foi nos relatado com relação as máquinas utilizada para a operacionalização da loja, que não é oferecida a manutenção dos computadores em Irecê, e sim, que esta é feita por um técnico de João Pessoa, que na maioria das vezes realiza essa manutenção virtualmente. Nesse outro estado, a empresa constituiu um centro de tecnologia que oferece assistência técnica para todas filiais.
Outro sujeito entrevistado foi o técnico da Embasa, "Empresa Baiana de Águas e Saneamento" Carlos Ribeiro. Esse técnico, é cidadão Ireceense que usa e defende o software livre de uma forma contagiante. Ele afirma que o motivo inicial da migração do software proprietário para o software livre na empresa, foi devido ao sistema com código fonte ser aberto favorecendo a empresa, adequar o sistema às necessidades da organização. Com a finalidade principal de ser gratuito. Carlos Ribeiro diz acreditar que o software livre ainda vai dominar o mercado de programas, onde todos serão beneficiados por não gastar nenhuma fortuna para adquirir bons softwares e que um dia não ouviremos mais falar em software proprietário ou software pirata. Ainda diz vem usando a mais ou menos 05 anos, e a economia na empresa já é realidade, economizando cerca de três milhões de reais.
Sendo assim, o software livre é um programa de computador que por ser livre pode gerar economia do valor da licença de uso do software, na qual a licença de software é como um contrato que a pessoa ou empresa que possuem a propriedade sobre o software permite que outra pessoa possa utilizar-se do mesmo, podendo ser copiado, distribuído livremente e apresenta também alternativa para a redução da exclusão social. Como diz Silveira (2004, p. 13): “O software livre possui um autor ou vários autores, mas não possui donos”. Acreditamos que o software livre é melhor que software proprietário, por ser ele uma produção colaborativa, promove assim um processo de aprendizagem, considerado como um valioso instrumento privilegiado para a inclusão digital e desenvolvimento tecnológico.
Apesar de encontrar essas duas experiências, identificamos que ainda são poucas as empresas que adotam a utilização de software livre em Irecê. Compreendemos que isso acontece devido o medo de encarar o novo e por está condicionado ao uso do p software proprietário, pois para quem nunca pode ter a oportunidade de experienciar precisa aprender e entender a lógica de funcionamento. Na Embasa também aconteceu dessa forma, as reações dos usuários "funcionários" da empresa, inicialmente apontaram para um desconhecimento com relação a interface . Além disso, encontraram também um desconhecimento com a lógica de funcionamento dos programas, mas não demorou muito para que pudessem se familiarizar com a nova interface. Hoje, encontramos depoimentos de pessoas que afirmam gostar mais de utilizar o software livre do que os outros que utilizavam anteriormente. Consideram também, que ao usarem o software livre, ações de conscientização podem ser desenvolvidas e assim teremos a chance de ser um dia uma cidade digital livre.
Inclusão digital é uma idéia/conceito que emerge no contextodos Programas Sociedade da Informação, propostos pelos mais diversos países, e que, neste início de milênio, configura-secomo uma das idéias-chave que perpassam ações, estudos e pesquisas nos mais diferentes campos do saber. Em muitos países, especialmente no Brasil, a inclusão digital está sendo vista como a capacidade da população inserir-se no contexto das tecnologias de informação e comunicação como consumidora de bens, serviços e informações, o que demanda apenas a oferta de treinamento para a aquisição de competências básicas para o manuseio dessas tecnologias. (BONILLA, 2004, p. 01)
Percebe-se que a utilização do software livre é de grande importância para o movimento de inclusão digital devido a questão da colaboração, da troca, da possibilidade de construção, superando a ideia de meros consumidores de informação. Compreendemos que para a inclusão digital atingir o maior número de pessoas, é necessário que as políticas publicas voltada a universalização da cultura digital, desenvolvam ações e façam acontecer como realmente está no papel.
este processo de desenvolvimento colaborativo e horizontal
O Software Livre, assim como sua dinâmica de produção, suas regras de circulação de produtos e o comportamento diante dos meios utilizados por sua lógica de desenvolvimento, é o oposto do proprietário que tem como idéia de produto acabado, centralizando os direitos de modificação somente ao seu proprietário. Silveira (2004, p. 74) ainda afirma, que "a grande consequência sociocultural e econômica do software livre é sua aposta no compartilhamento da inteligência e do conhecimento”. Este autor, nos assegura que em relação ao nosso país há possibilidade de dominar as tecnologias que utilizamos dia a dia. Assim, em uma sociedade de geração e uso intensivo do conhecimento, estamos, portanto, criando uma rede que permite redistribuir a todos, os seus benefícios.
Segundo a coordenadora desta instituição, Ieda Marques Rocha, a Escola Municipal José Francisco Nunes, também participa de um projetos de pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia FAPESB com duas máquina também configurada com o Linux Educacional para o uso dos trabalhos de pesquisa com alunos e 03 professores bolsistas. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB, foi criada em 27 de agosto de 2001, através da Lei Nº 7.888, com o objetivo de estimular e apoiar o desenvolvimento das atividades científicas e tecnológicas do Estado.
Para a escola romper com as amarras do instituto??? (instituído) porque esse modelo não consegue dar conta da quantidade, diversidNa contemporaneidade, é fundamental ade, evoluçãoe renovação dos saberes, não leva em consideração a diversidade, as formas como os alunos pensam, sentem, agem, e aprendem, e é incompatível com a nova natureza do trabalho, a qual está muito mais relacionada com aprendizagem, saberes e produção de conhecimento do que com um fazer automatizado e repetitivo.( BONILLA, 2005.p. 43)
Diante dos conhecimentos adquiridos com essa pesquisa, das vantagens que tivemos com a oportunidade de estudar e identificar sobre o software livre, podemos identificar a influência desses estudos com uma das componentes desse grupo: A Professora Gicelia Batista Nunes, enquanto gestora da Escola Municipal Paraíso, optou por fazer a migração total de uma 01 computadores da escola para o sistema operacional livre, usando o Ubuntu, e parcialmente nas outras duas máquinas existente na escola. A decisão da migração se deu através de uma discussão coletiva com iniciativa de 05 professores, cursista participantes dessa atividade, na qual socializaram suas descobertas sobre o software livre para os demais funcionários. Outra ação realizada por essa mesma componente, está relacionada a migração parcial do computador de uso particular, usando os aplicativos: Openoffice, Firefox, Gimp e o Cinelerra.
A partir desse movimento de inclusão digital, percebemos que muitas ações precisam ser viabilizadas para que toda sociedade se inclua nesse processo tecnológico, visto que o maior problema de inclusão digital está localizados nos bairros periféricos que ainda não foram beneficiados. Sabemos também que essas ações de beneficiamentos são lentas, burocráticas e dependem muito das políticas públicas federais, municipais e estaduais. Em consonância com os autores:
Entretanto, faz-se necessário uma preocupação maior, por parte dos governos federal e estadual, não apenas em equipar as escolas com recursos tecnológicos e implantar novos laboratórios de informática, mas de forma a garantir também a conexão à rede internet e o acesso aos programas veiculados por meio digital. Além de um interesse no sentido de atualizar os Programas voltados para o uso eficiente e adequado dos recursos tecnológicos na escola. Consideramos de fundamental importância da formação de professores nesta área a fim de que os mesmos, sintam-se capazes de torná-los aptos a ensinar efetivamente os alunos a relacionarem-se melhor com o computador e o uso do software livre, favorecendo a educação através de outras alternativas de ensino. O uso da Internet na escola, tem também um papel importante no processo de construção do conhecimento, na qual ela dá acesso ao mundo de informação e comunicação e tem como objetivo, fazer com que a tecnologia faça parte do dia-a-dia de nossos alunos, transmitindo-lhes conhecimentos necessários a sua autonomia tecnológica.
REFERÊNCIAS
BONILLA, Maria Helena: Escola Aprendente: para além da sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Quartet: 2005, p.43.
BONILLA, Maria Helena: Artigo: Educação e Inclusão Digital, Salvador: EDUFBA 2004 Disponível:http://www.twiki.ufba.br/twiki/bin/view/GEC
IRECÊ. Plano Diretor, 2008, p. 05.
PRETTO, Nelson/ ASSIS, Alessandra.Cultura digital e educação: redes já!. In.:PRETTO, Nelson; SILVEIRA, Sérgio Amadeu (orgs.). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008, p. 75-83.Disponível em <
SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2004, p. 13, 63, 74,. Disponível em: <http://jacksonmedeiros.files.wordpress.com/>. Acesso em: (26/04/09)
BRANT, João :O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição .In.:PRETTO, Nelson; SILVEIRA, Sérgio Amadeu (orgs.). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008, p. 69-74. Disponível em <http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/>. Acesso em: 20/04/09
terça-feira, 9 de junho de 2009
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA/
ENSINO FUNDAMENTAL/ SÉRIES INICIAIS
ATIVIDADE 2221 n
A CRÔNICA NA SALA DE AULA
PEOFESSORA RUTHILDES MOREIRA DA FONSECA
JUSTIFICATIVA:
Pensando que os pais e professores vêm enfrentando grandes desafios no que se referem à falta de respeito das crianças com os pais, escolhi essa crônica por apresentar uma riqueza de possibilidades a ser trabalhada na sala de aula de forma significativa. Sabendo que a família é o primeiro grupo social do qual a criança faz parte e tem papel importante na educação dos filhos sobre tudo na formação e no desenvolvimento dos valores morais como o respeito aos pais e outros pessoas.
Temática desta crônica é em volta do trabalho educativo familiar (pai e filho). O foco narrativo é o dialogo do filho com pai, sendo a estrutura da crônica dialogada, apresentando uma linguagem leve.
Pode ser articulada com língua portuguesa, para trabalhar leitura, pontuação, reconto e rescrita, historia como era a educação dos filhos no passado, filosofia com o desenvolvimento dos valores, assumirem responsabilidades por atitudes e comportamentos no processo de amadurecimento, matemática medida de tempo, temas transversais à sexualidade.
DESENVOLVIMENTO DA AULA:
ASSUNTO DA AULA:
Estudo da crônica hora de dormir de Fernando Sabino
Alunos do 4ºano
Turma com 27 alunos
Professora Vera Lucia
OBJETIVOS:
- Estimular a leitura do gênero crônica em sala de aula.
- Contribuir para o aprimoramento da leitura de crônicas.
- Levar o aluno a perceber que a linguagem utilizada pelos cronistas pode fazer com que os elementos da narrativa fiquem mais próximos do leitor.
- Estimular o aluno a estabelecer contrapontos entre os temas explorados e a realidade cotidiana
- Valorizar e empregar o dialoga como forma de esclarecer conflitos e tomar decisões coletivas.
DESENVOLVIMENTO DA AULA:
A) Procedimentos didáticos:
- Leitura feita pela professora
- Dois alunos serão convidados a fazer a leitura de maneira dramatizada um fazendo o papel do pai e o outro do filho, da crônica Hora de dormir de Fernando Sabino.
- A professora, juntamente com os alunos, fará a construção do enredo, ou melhor, da trajetória dos personagens, que se forma a partir do dialogo entre pai e filho com seus pensamentos e atitudes.
-Após a dramatização dos alunos, abrirem um debate sobre o tema ralações humanas discutindo a atitude que o filho tem com pai quando ele pede para ir dormir. O que eles acham se é certo ou errado a atitude do filho com o pai.
- Comentar como era a educação dos filhos no passado.
- Se este tipo de situação já aconteceu com eles e como eles reagiram.
É nessa perspectiva que Maria da Gloria Bondini afirma que “ler é conhecer, mas também conhecer-se ; é entregar e intrigrar-se em novos universos de sentimento; é abrir e ampliar perspectivas pessoais é descobrir e atualizar potencialidade” Bordini, (1985:27)
Assim pensei que através da leitura da crônica Hora de Dormir de Fernando Sabino os alunos do 4º ano da professora Vera Lucia, a qual apliquei essa atividade, debatesse e refletissem sobre o tema que está preocupando toda sociedade, nos tempos contemporâneo que é a falta de respeito e a desobediência que os pais vêm enfrentando junto a seus filhos.
Comecei falando um pouco sobre o que é uma crônica, sabendo que eles já tinham estudado algumas tipologias lingüísticas como a poesia e os contos, expliquei que a crônica também faz parte gêneros literários e tem uma linguagem leve com temas que tem a ver com a vida das pessoas, ruas, bairros, cidades e países, ou seja, assuntos e personagem do cotidiano.
Após várias leituras para que eles entendessem melhor o texto lavantei o primeiro questionamento. Se em casa eles tinham o habito de ficar acordados até tarde. Quando a pai pedia para ir dormir qual era a reação deles perante a posição do pai e o que eles achavam da atitude do filho do texto crônica. Sabendo que em 1930, psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky. (1896-1934) já chamava a atenção para a importância da interação ente a criança e o professor e entre a criança e os colegas em situação de aprendizagem
Assim, aconteceu uma interação entre os alunos com um riquíssimo debate entre eles todos queria opinar. Em algumas falas dos alunos, usei letras no ligar dos nomes dos mesmos. E as respostas foram diversas a maioria deles afirmavam que ficava até tarde assistindo televisão, R.diz que obedece a mãe e vai para cama assim que eles pede, mas as vezes que não tem sono voltava para TV, L rebateu dizendo que eles estava errado e enganava a mãe e estava desobediente igual o menino da crônica. D diz que obedece mesmo não tendo sono. L questiona que não responde o pai, no entanto a filha da esposa do pai responde e ela não faz e isso com mãe dela. Nesta fala percebe-se o conflito de filhos de pais separados com uma segunda união, e que L. queria que a filha da esposa do pai tivesse a mesma atitude que ela.
Quanto ao pai perder a paciência com o filho e deu o tapa eles disseram que não era necessário bater, que um castigo estava bom. R diz que quando ele desobedece ao pai ele fica de castigo, S fala que quando ele desobedece ao pai prefere sair para oficina para não brigar com ele.
E o que achava da educação dos filhos no passado? A maioria admitiram que os filhos tinham mais respeito pelos pais e obedecia.
Eu questionei por que algumas crianças não obedecem e não respeito aos pais hoje, o que mudou?
M responde por causa das leis, não pode mais bater.
V diz que os pais não sabem criar os filhos fica fazendo sacrifício e ele não reconhece.
A avaliação dos alunos foi feita de imediato, apenas no processo de criação e participação na conversa promovida a partir do tema, que acredito que foi de grande valia para eles estarem refletindo a respeito de sua conduta e a dos outros a partir de seus comportamentos perante seus pais.
REFERÊNCIAS:
BORDINI, Maria da Gloria; Literatura na escola de 1º 2º graus: Por um ensino não alienante. In: Perspectiva, revista do CED. Florianópolis: UDEEC, 1985

PROFESSOR - MARIELSON CARVALHO
CURSISTA - ERIANDE ALVES CAVALCANTE BOMFIM
FILME O CARTEIRO E O PORTA
COMPARANDO COM A MÚSICA
Em minha opinião, há dois grandes momentos no filme. Quando Neruda explica ao carteiro o que é uma metáfora, quando isso acontece da para fazer uma comparação entre a musica de Gilberto Gil do ano de 1982 e a metáfora que Neruda explica no filme para Mario como poeta, Gil faz uma comparação do objeto “LATA” que para as pessoas comuns não passam de um simples recipiente feito de flande. No entanto para o poeta, está mesma lata cabe tudo, se encontra de tudo, o poeta é que determina a quantidade e o conteúdo de sua lata.
Assim Pablo Neruda faz com o carteiro Mario, incentivando-lhe a ver através da poesia, beleza em todos os lugares até mesmo nos detalhes mais simples da vida e acima de tudo metáfora. O segundo é quando para conquistar Beatice o carteiro diz versos que Neruda escreveu para sua própria mulher; o poeta diz a ele que ele roubou, e ele responde, Eu não roubei a poesia é de quem precisa dela, e eu precisava. E o comunista Neruda diz: É uma forma interessante de apropriação de um bem. Ai volta a musica de Gil que diz que a meta de um poeta não se discute.
É interessante ver como a realidade da vida de Mario mudou a partir do momento que ele começou entregar cartas ao poeta Neruda, a principio era o que tinha como referência depois veio o amor por Beatrice, e foi criando uma consciência de mudança em si, surgiu o comunista com um jeito diferente de ver a vida com um crescimento critico embora essa realidade sempre estivesse ali, o que mudou foi à lente para olha o mundo diferente, desenvolvendo a criatividade para a poesia. No final Mario casa-se com Beatrice e torno-se apaixonado por causa comunista e morreu defendendo sua meta.